terça-feira, 18 de julho de 2006
Coisas boas...
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Bela
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8:09 PM
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segunda-feira, 17 de julho de 2006
A volta dos que não foram
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Bela
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11:16 PM
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domingo, 16 de julho de 2006
Domingo
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Eu ando estranhando a falta de naturalidade das pessoas.
Como dizia Vinícius, o grande negócio é ser simples.
Falando nele, eu ganhei o DVD do filme e não me canso de assistir... e rir e chorar todas as vezes.
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Bela
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11:06 PM
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sexta-feira, 14 de julho de 2006
Marjô vai simbora...
lacraaaaiaaaa,
zamô de minha vida,
amore de mi corazón,
amoreca,
ma belle,
rubia,
mãe de Drops,
gandôna,
bichinha amanteigada,
minha irmãzinha,
coisa fofa de Belinha,
doooooda,
liiiiiiinda,
chorona
e chutadora de pau de barraca profissional,
dj Lak do meu dance floor,
minha salvadora da pátria de plantão,
my personal pocket handkerchiefs ,
EU VOU MORRER DE SAUDADE!
My heart é que vai ter que ser wood, minha filha!
Mas vai, amore, com Deus, com fé. Seja sempre, cada dia melhor e mais feliz naquela Califa.
E volte com todos os poderes do Asian healing, sim?!
E se sumir eu te mato.
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Bela
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11:21 PM
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Eita mundão velho sem porteira!
1. Então, vocês vejam bem. Nada de ácido glicólico e azeláico, nem isotretinoína, nem hidroquinona, nem filtro solar. Eu só preciso ficar rica, não ter que trabalhar para ficar assim, bela, lisa e sorridente. Botox é coisa de artista pobre.Modos que, se eu ficasse pelo menos uns três meses de férias, acho que até mais alta eu ficaria.
2. Quando me perguntam se escrevo, respondo que sim, mas dificilmente cito o blog. Isso me impediria de criar, pois a coerência que nos cobram fora das letras, é de uma crueldade impressionante. Eu teria pudores em ser medíocre, em resvalar nesse erotismo que nem sempre me cerca. Paradoxalmente, escrevendo é onde menos se mente, ainda que o que chamem de verdade seja a mais corriqueira das mentiras.
3. Depois a gente vai fazer terapia pq acha que a vida está estagnada, que a vida não anda, que a culpa é nossa, mas porra, copa do mundo com os mesmos jogadores de 4/8 anos atras, eleição com os mesmo candidatos de 4/8 anos atrás, novela com os mesmo atores e nomes de 4/8 anos atras, os caras que clamam pelo meu corpinho parecem os mesmos de 4 anos atrás (aliás parecem os mesmos sempre), pago as mesmas contas como há 4 anos, a única coisa que muda e não pra melhor é meu corpitcho e a cor dos meus cabelos, tudo ladeira abaixo e branco acima, e depois a gente quer que freud e jung resolva a parada...
4. Eu choro porque a dor não me deixa respirar e mesmo assim eu respiro fundo e solto o ar em oito tempos, como nos exercícios da aula de canto.Meu choro é porque sinto pena de mim. É porque sinto orgulho de mim.Eu choro enquanto penso que, mesmo não sabendo para onde ir, tenho cada passo programado.Eu choro, de quando em vez, porque me comovo e porque não sinto nada. Porque não há nada a fazer. Porque todas as atitudes precisam ser tomadas.Porque sou impotente, porque tudo posso.
5. Freqüento meus medos de tempos em tempos. Peço licença, me benzo e abro a porta. Sinto o cheiro, a textura. Escuto seus sons. Ruídos me assaltam! São as batidas do meu coração. Quanto mais perto, mais deserto. Fracassos, tabaco, paixões platônicas, rejeições, traições, inveja, mentiras, nãos. Eles não têm forma. Apenas existem. São como sementes esquecidas em terrenos áridos.Meus medos ardem como pimenta que escorre por descuido pelas narinas.
Eita mulerada boa da moléstia!!!!!
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Bela
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9:44 PM
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quinta-feira, 13 de julho de 2006
Eu acredito em Deus
Eu acredito em Deus
porque existem anões
terremotos
cegos
furacões
loucos
tempestades
bichas
revoluções
Eu acredito em Deus
porque existem drogas e inocência
paixão e sorte
Religião
ciência
o medo e a morte
Eu acredito em Deus
porque existem
dilúvios
violência
cogumelos
som e harmonia
Eu acredito em Deus
porque existem
maldades
Poesia
brumas
escolha e ilusões
Eu acredito em Deus
porque existem
cores
fúria
luzes
maledicência e sombras
Eu acredito em Deus
porque existem
ventos
fruta
grilos
maré e terra roxa
Eu acredito em Deus
porque existem
cavalos
libélula
sussuros
cobras e pitangueiras
Eu acredito em Deus
porque existem
caminhos cruzados
desencontro
simultaneidades
inveja e doçura
Eu acredito em Deus
porque existe
você e eu
***
Sabe a hora em que você diz que não tem mais TV, nem musiquinha, nem mais meio livrinho ( além dos 16 que vc leu agorinha mesmo!), que tá na hora de dormir e cabô-se?
"Mãe, não é que o órguino da barriga é muito pequeno e se você comer muitas coisas ao mesmo tempo ela explode e o coração até pára de tocar?
E se apertar muito o célebro também?
E não é que só um negão bem fortão que pode fazer isso, né, mãe?"
Quem 'güenta? Me conta!
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Bela
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9:29 PM
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quarta-feira, 12 de julho de 2006
"Ô Joana este mundo tem sugeito com tanta faia"
O desgosto do Medêro (trecho)
Patativa do assaré
Ô Joana este mundo tem
Sugeito com tanta faia
Que quanto mais qué sê bom
Mais no êrro se escangaia,
Istuda mais não prospera
E pra sê burro de vera
Só farta levá cangaia
Ô Joana, tu já deu fé,
Tu já prestou atenção,
Que tanta gente que tinha
Com nós boa relação
Anda agora deferente
Sem querê sabê da gente
Pru causa das inleição?
Óia Joana, o Benedito
Que era camarada meu
Anda agora todo duro
Sem querê falá com eu
Na maió intipatia
Pruquê vota em Malaquia
E eu vou votá no Romeu.
Se ele vota em Malaquia
E eu no Romeu vou votá
Cada quá tem seu partido
Isto é munto naturá.
Disarmonia não traz
E este motivo não faz
Nossa relação cortá.
Cordel é o jeito sem jeito do nordestino romancear a vida.
É lindo, né não?
E esse foi escolhido com duplo motivo.
Triplo, tá bom...
Patativa por ele só já é motivo pra escolha.
Depois, eleiçao taí e já tem gente se estranhando por conta.
e Joana...ah, Joana é minha irmã caçula...e LINDA!
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Bela
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9:25 PM
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Querido diário...
Cartas revelam vida extraconjugal de Einstein
Cartas revelam que cientista não era frio e distante da família
Centenas de cartas escritas por Albert Einstein a sua família lançaram mais luz sobre a vida particular do cientista, em particular sobre seus casos extraconjugais.
O material havia sido doado à Universidade Hebraica de Jerusalém por Margot, filha de sua segunda esposa Elsa, sob condição de que só fossem trazidas a público 20 anos após sua morte.
Ontem a abertura do pacote com 3,5 mil páginas de correspondência trocadas entre o cientista alemão e suas duas mulheres e filhas entre 1912 e 1955 marcou o fim do período de quarentena, já que Margot morreu em julho de 1986.
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Bela
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12:12 PM
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domingo, 9 de julho de 2006
Fim de semana na cama...huuummm...
Me olhou de longe, deu umas voltas em torno de mim e por uns breves minutos achei que eu tivesse sentido algo diferente, mas acabei ignorando.
Depois, foi se chegando como quem não quer nada, provocou uns arrepios daqueles que acabam no couro cabeludo, me pegou, me jogou na cama e não me deixou sair de lá desde sábado...
Gripe maledeta!
Tem um chazinho da vovó ai?
Foi assim ó:
Eu espirrei no térreo, antes de entrar. Ele me viu e falou lá de longe: " Deus te crie para o Bem!", igualzinho a biza Maria fazia...passei a gostar dele imediatamente.
E olha que, por questões de herança, eu não costumo morrer de amores por Coronéis.
Hoje tirei fotos lindas do meu caçula com os primos tomando banho de banheira na casa da avó. Amanhã eu posto. Estão lindas de chorar!!!
Itália e seus homens translumbrantes ganharam a Copa.
Me desculpem , mas a França merecia ter vencido.
A Itália não jogou nada...e olha que eu tava torcendo pros caras!
Essa coisa de pênaltis é muito injusta. blé.
Percebe-se facilmente que meu final de semana foi a-n-i-m-a-d-í-s-s-i-m-o, né?
No comments...
***
Na absoluta falta do que fazer, comecei a carregar musiquinhas que eu gosto lá no MULTIPLY.
O link tá ai do lado>>>
Abri os trabalhos com um disco do Stevie Wonder...época de Motown...bons tempos...ótima trilha sonora!
Be my guest!
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Bela
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9:13 PM
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sábado, 8 de julho de 2006
Jê nê pê evitê pá!!! hahahahaha
Messiê Parreirá,
Je suis desolé aussi pour la derrote de votre selección. Mais, comparrê com le reste, vous até qui si sairrôm bien. Non culpê les jogadeurs di la pessime actuacion onc lá partide. Nous tous sabemous qui la culpe est de lá imprensá.Ou est la plume de madame?
Son les repourteur qui denominé le "Quadresiéme Magique", son las cronique du Pedrô Biel, Corá Ronaí, Xexeô et Marcus Uchoá, un petit "sketch" on "Fantástique" et la transmission du Galvian Buenô que fair con le peupl brazilien acreditê en quelque chose qui passe na Globô.
Perdê la Coupe cest apenás un petit problem. Tu agorrá vais a manger le baguette qui le diable amasseur. Mais, depuis ils von si esquecê i tu vais a pouder dourmir en pé. Pasquê daqui a poucô serrá le gran finale di Belissimá, et logô en seguide vous terrá que escolhê votre president, et despuis serrá Nöel, et despuis serrá Reveillon, Carnaval, Bal Masquê et...puff, voilá! Tu sumirrá du mape. Como la eau du cologne qui si evaporre.
Tous le peupl del´heurbe et de la France, agradece la preferânce. Moi non plus.
Le Freguê tienderá toujours la raison.
Au revoir,
Zizou.
AHUHAUHAUHAUHAUHA
Isso é coisa do ANORMAL do Ferdy!
hauhauhauhua
Fica bom logo desse pé, volta a trabalhar, meu filho, que essa cabeça parada tá um problema, viu?!
hauhauhauhauhauha
***
Agora, durma-se com um barulho desses...Deu na Agência Estado
07 de julho de 2006 - 15:37
STJ reafirma que preso portar celular não é falta grave
5ª Turma do STJ determinou que seja retirada a anotação de falta grave na folha de antecedentes de um detento que foi pego com celular
Revista Consultor Jurídico
SÃO PAULO - O Superior Tribunal de Justiça reafirmou o entendimento de que não comete falta grave o preso que possui telefone celular. Com base nisso, a 5ª Turma do STJ determinou que seja retirada a anotação de falta grave na folha de antecedentes de um detento que foi pego com celular.
O telefone foi encontrado com o preso Douglas Rodrigues de Oliveira, condenado a 20 anos de reclusão por crime contra o patrimônio e latrocínio. A falta foi considerada grave e anotada na ficha criminal do detento. A defesa de Oliveira, então, entrou com pedido de habeas-corpus para retirar a anotação.
Segundo o relator, ministro Felix Fischer, a Lei de Execuções Penais classifica as faltas disciplinares dos sentenciados em leves, médias e graves. O artigo 49 da lei determina que cabe ao legislador local definir a faltas leves e médias. Assim, para o ministro, fica excluída a possibilidade de o legislador local enumerar outras condutas como sendo de natureza grave.
O ministro considerou que o Estado de São Paulo, onde Oliveira está preso, usou indevidamente poder conferido pela lei ao estabelecer como sendo falta grave o porte de aparelho de telefonia celular ou de seus componentes no interior do presídio, o que não lhe é autorizado.
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Bela
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11:23 AM
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quinta-feira, 6 de julho de 2006
A MAIS FINA FLOR
a Mônica Montone comeu o pão que o diabo amassou na mão da UOL.
Bloquearam o blog dela por falta de espaço (mui gentilmente ofereceram um pacote básico pela fidelização, SE ela quisesse continuar, sabem comé? É o velho GORPE!) e, por isso, ela teve que mudar de casa.
Devidamente instalada, mas ainda em construção, ela pode ser encontrada por todo nós que adoramos as coisas lindas que ela faz AQUI (http://finaflormonicamontone.blogspot.com).
Acabei de descobrir, pelo recadinho do Donizetti que o Príncipe Ina me escolheu pros Blogs da Semana!
A parte mais superficial do id (a qual, modificada, por influência direta do mundo exterior, por meio dos sentidos, e, em conseqüência, tornada consciente, que tem por funções a comprovação da realidade e a aceitação, mediante seleção e controle, de parte dos desejos e exigências procedentes dos impulsos que emanam do id*) deu pane...tá me dando trabalho, rumando pra Savana Africana, a mais de 10.000 pés!
Olha, o recado é público mesmo.
DEDÉINHA E JAQUELINDA,
de acordo com Pandorinha, que nem sempre acerta por defeito de fabricação, nosso último encontro data do primeiro bimestre deste ano que corre.
Donde se conclui que ambas nós três conjuntamente juntas estamos sofrendo de uma urucubaca intergaláctica (leia-se imcompetência...é que eu sou fina, tá?) que nos impede de comermos um crepezinho (aquele malévolo, de camarão, tão lembradas?!) "banhado'' a tinto (eu vou de Schweppe's, off course.), atualizarmos os respectivos bancos de dados, falarmos mal do resto da humanidade, reclamarmos dos homens (de barriga cheia!), invejarmos moçoilas que podem comer um pote de Haggen Daz por dia sem ganhar meio cm de cintura, metermos o pau no Congresso e adjacências, desprezarmos a novela das seis, das sete e das oito e desferirmos nossas gargalhadas madrugada adentro.
Assim não é possível!
TOMEMOS VERGONHA NA CARA, MINHAS CARAS!
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Bela
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6:33 PM
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PODEROOOOOSAAA... ou quem-pode-pode-quem-não-pode-se-sacode!

Sophia Loren foi um dos maiores símbolos sexuais do cinema
Aos 71 anos de idade, a atriz italiana Sophia Loren vai se tornar a mulher mais velha a ter sua foto publicada em um calendário da Pirelli.
O calendário, que geralmente traz modelos nuas, é publicado desde 1964 e distribuído a um seleto grupo de 30 mil pessoas.
"Me diverti bastante, como se fosse uma garotinha", disse a atriz, sobre a experiência.
A Pirelli negou que Loren tenha sido fotografada nua.
Além dela, outras quatro atrizes aparecem nesta edição do calendário, Naomi Watts, Penelope Cruz, Hilary Swank e a francesa Lou Doillon.
Sophia Loren nasceu em 1934, em uma área pobre da cidade de Nápoles, e começou a atuar aos 14 anos.
Ela ganhou um Oscar de melhor atriz em 1962, com o filme Duas Mulheres e, em 1991, pelo conjunto de sua obra.
O calendário será publicado em novembro.
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Bela
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11:04 AM
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terça-feira, 4 de julho de 2006
Happy Together
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Bela
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12:08 PM
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"a gente vive repetido..."
ai ai...*suspiros*
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Bela
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11:44 AM
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AH SE ELE SOUBESSE...
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Bela
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11:10 AM
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segunda-feira, 3 de julho de 2006
Like someone in love
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Bela
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11:12 PM
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domingo, 2 de julho de 2006
Entonces...
É, a seleção não jogou...
A Roma, a Lu & a Mi & o Meco e a Mani disseram quase tudo o que eu gostaria de ter dito, fora que, pra qualquer outro mortal sobre a terra, se contratado para executar tarefa que fosse, com esse resultado, taria na rua...no mínimo demitido! Senão queimado forever na sua área.
É ou não é?
E os caras vão continuar ganhando MILHONES?????
Ah, cara, que palhaçada é essa?
Cá pra nós, esse Barreira, merecia tomar baforadas na nuca do Bussunda, de hoje em diante, todas as noites da vida!
Mas fico com pena do Bussunda, que deve estar ocupadíssimo na puxação de pé dos 23 brasileirinhos que perderam a Copa por falta de RAÇA!
Fora o lobby básico que ele deve estar fazendo pra não ficar no mesmo andar que o Zagallo!
Ai eu vou ler o que os astros me resevam e dou de cara com o seguinte:
"Procurando cabelo em ovo"
De 02/07 (hoje) às 10:12h a 14/07 às 22:56h
Vênus em oposição ao Mercúrio natal...
OU seja, deixa de drama, pára de procurar encrenca, nada de discutir a relação com quem quer que seja.
FICA NA SUA!!!!
Alentador, realmente...
***
Vou ali nadar.
"Jacaré parado vira bolsa", né mesmo?
Bom domingão pra todos!!!!
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Bela
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10:02 AM
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sábado, 1 de julho de 2006
Copa Copa Cooopaaa!
Bonjour!!!!!
Eu adoro os dias de jogo do Brasil.
A gente ja acorda embalado pelo 'logo mais'. Acho uma delícia os meninos já quererem trocar de pijama e colocar a camisa oficial. A animação que ficam, embora o caçula jamais tenha assistido a um jogo inteiro, mas eles adoram a preparação, a barulheira, as bandeiras, todo mundo verde-amarelo! E eu tb!
Minha aposta é 3X1!!!! Pra gente, Bien Sur!!!!
***
Correspondência da Copa:
"ESTOU EM UM COFFE SHOP EM AMSTERDAM, 'RELAXANDO' P PEGAR O TREM P FRANKFURT!!!!
RUMO AO HEXA!!!
HOJE 'E 2 X 0!!!
BJOS E ABRACOS!!!"
Julin
Ai ai, invejinha branca!!!!
***
E a melhor tirada do jogo de hoje que eu vi lá no Duas Fridas:
"Eu quero é que a França "Zidane" !"
huahauhauhhuahua
Eu tb!!!!
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Bela
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10:01 AM
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sexta-feira, 30 de junho de 2006
GERMANYYYYYYYYYYY!!!! oH YEAH!!!!!


Dááááá-lhe ALEMANHA!!!!!!!!!!!!!!!!!
Eu tenho motivos bons pra torcer pela Alemanha, além de todos os outros que nos levam a torcer contra a Argentina, obviamente!!!!
Dois deles são esses ai em cima!!!
Meninas,
o primeiro é o Chris- que aliás, chega hoje, pra fazer um show amanhã, aqui mesmo, em Brasília!!!
Ele é Dj de House Prog da maaais alta qualidade. (Ao lado dele está Dotôra Dri, minha devéras procuradora e adevogada de plantão, tão me entendendo?!)
O segundo é o Satya, meu amigo querido, vulgo Sassá.
Digam oi pra eles!!!
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Bela
às
3:52 PM
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Olha que fofurinha!
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Bela
às
11:15 AM
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quinta-feira, 29 de junho de 2006
Sêca no Cerrado...
Eu sou do cerrado, sabe?
Tempo de seca é meu tempo de ver florir os ipês.
È quando o céu acorda absurdamente azul,
os dias são claros,
e os crepúsculos matam de inveja
os mais brilhantes artistas plásticos
com seus tons de vermelho,
laranja e rosa.
É quando de noite,
em qualquer pedaço de terra,
você assiste ao festival de purpurina que Via Láctea faz.
É quando seu filho olha pra cima e diz
que aquela festa de raios, por trás da solitária e alva nuvem,
“só podem ser os raios de felicidade de Deus!”.
Na chuva aqui o que se vê são verdes,
verdes e tons de cinza
que não ajudam o mais otimista dos corações.
O que me espanta?
A sintonia com o meu espírito.
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Bela
às
6:47 PM
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Elegia ao primeiro amigo
Porque eu acho lindo lindo lindo...só por isso...
Elegia ao primeiro amigo
- Vinicius de Moraes -
Seguramente não sou eu
Ou antes: não é o ser que eu sou, sem finalidade e sem história.
É antes uma vontade indizível de te falar docemente
De te lembrar tanta aventura vivida, tanto meandro de ternura
Neste momento de solidão e desmesurado perigo em que me encontro.
Talvez seja o menino que um dia escreveu um soneto para o dia de teus anos
E te confessava um terrível pudor de amar, e que chorava às escondidas
(...)
Vim para ser lembrado
Para ser tocado de emoção, para chorar
Vim para ouvir o mar contigo
Como no tempo em que o sonho da mulher nos alucinava, e nós
Encontrávamos força para sorrir à luz fantástica da manhã.
Nossos olhos enegreciam lentamente de dor
Nossos corpos duros e insensíveis
Caminhavam léguas – e éramos o mesmo afeto
Para aquele que, entre nós, ferido de beleza
Aquele de rosto de pedra
De mãos assassinas e corpo hermético de mártir
Nos criava e nos destruía à sombra convulsa do mar.
Pouco importa que tenha passado, e agora
Eu te possa ver subindo e descendo os frios vales
Ou nunca mais irei, eu
Que muita vez neles me perdi para afrontar o medo da treva...
Trazes ao teu braço a companheira dolorosa
A quem te deste como quem se dá ao abismo, e para quem cantas o teu desespero
Como um grande pássaro sem ar.
Tão bem te conheço, meu irmão; no entanto
Quem és, amigo, tu que inventaste a angústia
E abrigaste em ti todo o patético?
Não sei o que tenho de te falar assim: sei
Que te amo de uma poderosa ternura que nada pede nem dá
Imediata e silenciosa; sei que poderias morrer
E eu nada diria de grave; decerto
Foi a primavera temporã que desceu sobre o meu quarto de mendigo
Com seu azul de outono, seu cheiro de rosas e de velhos livros...
Pensar-te agora na velha estrada me dá tanta saudade de mim mesmo
Me renova tanta coisa, me traz à lembrança tanto instante vivido:
Tudo isso que vais hoje revelar à tua amiga, e que nós descobrimos numa incomparável aventura
Que é como se me voltasse aos olhos a inocência com que um dia dormi nos braços de uma mulher que queria me matar.
Evidentemente (e eu tenho pudor de dizê-lo)
Quero um bem enorme a vocês dois, acho vocês formidáveis
Fosse tudo para dar em desastre no fim, o que não vejo possível
(Vá lá por conta da necessária gentileza...)
No entanto, delicadamente, me desprenderei da vossa companhia, deixar-me-ei ficar para trás, para trás...
Existo também; de algum lugar
Uma mulher me vê viver; de noite, às vezes
Escuto vozes ermas
Que me chamam para o silêncio.
Sofro
O horror dos espaços
O pânico do infinito
O tédio das beatitudes.
(...)
Uma mulher me vê viver... – perdi o meio da vida
E o equilíbrio da luz; sou como um pântano ao luar.
Falarei baixo
Para não perturbar tua amiga adormecida
Serei delicado.
Sou muito delicado.
Morro de delicadeza.
Tudo me merece um olhar.
Trago
Nos dedos um constante afago para afagar;
na boca
Um constante beijo para beijar;
meus olhos
Acarinham sem ver;
minha barba é delicada na pele das mulheres.
Mato com delicadeza.
Faço chorar delicadamente
E me deleito.
Inventei o carinho dos pés;
minha palma
Áspera de menino de ilha pousa com delicadeza sobre um corpo de adúltera.
Na verdade, sou um homem de muitas mulheres, e com todas delicado e atento
Se me entediam, abandono-as delicadamente, desprendendo-me delas com uma doçura de água
Se as quero, sou delicadíssimo; tudo em mim
Desprende esse fluido que as envolve de maneira irremissível
Sou um meigo energúmeno.
(...)
Não sou bom
Nem mau: sou delicado.
Preciso ser delicado
Porque dentro de mim mora um ser feroz e fratricida
Como um lobo.
Se não fosse delicado
Já não seria mais.
Ninguém me injuria
Porque sou delicado; também não conheço o dom da injúria.
Meu comércio com os homens é leal e delicado; prezo ao absurdo
A liberdade alheia; não existe
Ser mais delicado que eu; sou um místico da delicadeza
Sou um mártir da delicadeza; sou
Um monstro de delicadeza.
Seguramente não sou eu:
É a tarde, talvez, assim parada
Me impedindo de pensar.
Ah, meu amigo
Quisera poder dizer-te tudo; no entanto
Preciso desprender-me de toda lembrança; de algum lugar
Uma mulher me vê viver, que me chama;
Devo segui-la,
porque tal é o meu destino.
Seguirei
Todas as mulheres em meu caminho, de tal forma
Que ela seja, em sua rota, uma dispersão de pegadas
Para o alto, e não me reste de tudo, ao fim
Senão o sentimento desta missão e o consolo de saber
Que fui amante, e que entre a mulher e eu alguma coisa existe
Maior que o amor e a carne, um secreto acordo, uma promessa
De socorro, de compreensão e de fidelidade para a vida.
Rio de Janeiro, 1943
in Cinco elegias
in Antologia Poética
in Poesia completa e prosa: "Intermédio elegíaco"
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Bela
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12:29 AM
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segunda-feira, 26 de junho de 2006
Mini-Patchwork
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Bela
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9:36 PM
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domingo, 25 de junho de 2006
Os homens que eu amo e suas contribuições maravilhosas
Demorei algum tempo pra me acostumar a isso. Uma casa com mais homens que mulheres impõe um ritmo diferente, uma organização estranha aos meus olhos acostumados com o toque feminino em cada gaveta.
Aqui eles mandam. Sem serem ditadores, déspotas, carinhosamente. E eu me deixo levar, encantada, por esse jeito macho de viver.
Fora alguns arranca-rabos básicos por aquilo que eu não suporto (como comer na cama, no sofá, andando pela casa ou na frente do computador; jogar a toalha molhada embolada sempre em cima do travesseiro ou sobre o edredon; deixar um ‘montinho’ de roupa suja no chão do quarto e querer usar a mesma meia ou cueca duas ou três vezes), eles são bons ajudantes, um tantinho rebeldes, no começo. Mas logo se tornam doces auxiliares nas tarefas de casa. E ditam formas diferentes de fazer as coisas... e eu adoro!
É que eu mandei a empregada embora. Não agüento cara feia e mau humor, muito menos se aliados a uma arrogânciazinha básica e a uma certa indolência...então, o destino dela era mesmo esse...ir pra longe da gente. Tá certo, me conformo rápido.
Daí que o cotidiano não deixa por menos e faz da gente o que se exigia dela...e lá vamos nós em mais um turno de trabalho pesado, enquanto a nova não vem.
Essa semana, meu filho mais velho foi encarregado de lavar os pratos do almoço e guardá-los em seus lugares, sequinhos. Ficou bravo com a nova ordem, reclamou que o mais novo não teria que fazer nada, porque era pequeno e quebraria tudo (ele mesmo ressaltou!). Mas, ele seguiu pra cozinha, meio emburrado, organizou os pratos dentro da pia, jogou uma aguinha. De repente, pára tudo e sai em disparada pro quarto. Volta com o som portátil, cheio de Cds na outra mão. E pronto, se estabelece uma nova ordem: lavar pratos com música é muito mais divertido. E de hoje em diante, o sonzinho fica na prateleira da cozinha. Definitivamente.
***
Eliane, que tem filho da idade do meu, me liga “revolts”:
- "Minina, quê que isso?
Huahuahuahuah...pior que é.
***
Eu queria um domingo de sol, de calor, azul de doer nos olhos e de queimar a pele...mas ganhei um dia cinzento, estranhamente chuvoso (em plena época de seca no cerrado), frio...
Em vez do parque, um cinema. Em vez do biquíni, um suéter. Em vez da havaiana, meias e botas...tudo bem também, né?
***
Ontem foi a comemoração dos 81 anos de meu avô Henrique (pai do meu pai).
Ele é um homem de fibra, cheio de orgulho pela família, com alguns desencantos, mágoas, mas que não maculam a imagem sorridente, festeira, de encantado pela vida que ele é. Além de ter sido sempre um homem ideológico, de ter sofrido por isso e de ter pago caro o ônus dessa ideologia (ele é dos raros casos em que se empobreceu na política), ele transborda saúde, idéias e perfume. E, sempre que pode, me dá a certeza de que o apoio e o amor dele são incondicionais.
'Brigada mesmo, vô.
Postado por
Bela
às
11:22 AM
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sábado, 24 de junho de 2006
Flipper

Quinta-feira, 20h40, eu doida pra ir embora, um bando de estagiários fazendo perguntinhas nonsense e programando a saída de logo mais, enquanto terminavam de salvar um áudio longuíssimo.
Eu, doida pra ir pra casa, morta de fome, fazia um frio me-do-nho!, a moça do cafezinho saiu mais cedo e, portanto, o café era das 3 da tarde ( blergh!).
Vai dai que eu tinha mais umas 4 ou 5 tarefas pendentes e tava na correria terminando o que tinha que terminar...
Vem um dos estagiários com a cara mais amarela do planeta e diz: "Olha, parece que deu alguma coisa errada com o arquivo..."
Eu levanto pra checar, descubro que salvaram em Wav. e não em MP3, o que significa que o programa não vai ler a belezinha e não vai aparecer na capa...diliça cremosa!
Muito satisfeita, solto, antes mesmo de explicar onde foi o erro: "Bravo, Flipper!"
huahuauahauhuahuahuahuahua
cara, eu tenho que segurar mais essas coisas. Eu sou rainha dessas tiradas, mas depois me arrependo horrores!
Tadinho do menino, ficou com uma cara péssima...naturalmente... enquanto os outros rolavam de rir.
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Bela
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3:34 PM
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quinta-feira, 22 de junho de 2006
Contratempo
Descobri essa menina, nem sei bem como.
Já faz um tempo que salvei o endereço do blog pra ler quando tivesse tempo suficiente...só que esse tempo nunca chegava.
Hoje, eu voltei lá, com cuidado, e achei isso:
- Ei, você. Acorda. Há tanto o que entender! (sacudindo seu ombro).
- Me esquece. Não quero saber (emburrado, olhos fundos, se enrrola de novo).
- Mas eu preciso tanto te ouvir. Explicar, esquecer. Sozinhos não podemos, você sabe, não podemos viver (os olhos úmidos).
-E quem disse que eu quero? Que vale a pena? Se quando eu acerto o compasso você perde a dança, tenta teorizar os passos e não me aquece? Não quero, esquece.
-Mas eu posso tentar mais uma vez? Apenas uma, quem sabe agora eu tenha entendido o ritmo, talvez não haja tantos porquês. Deixarei que você me conduza e serei mais leve, tentarei florir mais graça e terei telas cheias de dentes - e sorrisos.
-E você consegue? Quantas vezes, e cada vez que muda o tom você perde o passo, você pàra e fica olhando seus pés, tentando entender se foram os saltos, ao invés de se concentrar e voltar à dança, à festa, ao frisson.-É, talvez eu não saiba como. Mas preciso de você (estende as mãos).
-A verdade é que acostumei aos seus tropeços (segura-lhe as mãos).
Olham-se demoradamente. Porque o coração tem razões que a própria razão desconhece.
O nome dela é Rayanne: passem lá!
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Bela
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11:41 AM
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terça-feira, 20 de junho de 2006
O que me faz feliz... ou como alguém tão longe pode aquecer o meu coração
Olha o que eu ganheeeeeeeeeeeeiiiiiiiiii!
Da minha, da sua, da nossa Roma Dewey!!!
"Poema rapido pra Bela
Bela porque tem do novo
a surpresa e a alegria.
— Bela como a coisa nova
na prateleira até então vazia.
— Como qualquer coisa nova
inaugurando o seu dia.
— Ou como o caderno novo
quando a gente o principia.
— E bela porque com o novo
todo o velho contagia.
— Bela porque corrompe
com sangue novo a anemia.
— Infecciona a miséria
com vida nova e sadia.
— Com oásis, o deserto,
com ventos, a calmaria.
(safadamente adaptado de "Morte e vida severina",
o Auto de Natal Pernambucano de
João Cabral de Melo Neto)"
Minha querida,
eu disse 'pessoalmente' como me senti.
Pra falar do que eu pensei, não sei se vale a pena.
O poema é um pacote completo de elogios lindos e o seu post inteirinho caiu como uma luva. Apesar de continuar perguntado, não sei mesmo como responder e continuo achando bom demais me surpreender comigo... E com você e com os outros, tão espelhinhos e tão estranhinhos, ao mesmo tempo, o tempo todo.
Até porque, como dizem nosso parentes nordestinos: "Eu sou eu, jacaré é bicho d'água!"
hahahahahaha
'Brigada de verdade, do fundinho do meu coração.
ps: Amore, se eu te contar do jeito como 'iluminou' meu dia, minha cabeça e meu espírito, meu coração...e justamente hoje...ai ai. Além do siricotico plus, é óbvio!!!hahahaha
***
"Fragmentos, sim, mas não pedaços arruinados."
Minha mania de ler até jornal velho e rótulo de biscoito recheado me impede de descobrir a autoria dessa frase, mas isso não importa, na verdade. Eu fiquei com essa frase na cabeça, depois que a Roma escreveu tão bem sobre a impossibilidade de me definir completamente aqui. Nem mesmo sei se esse espaço serve à isso... mas me dei a tarefa de reler minhas coisas desde o comecinho e, talvez sirva, sim. Como tentativa, como esforço de reportagem, como uma maneira de, depois, conseguir localizar no tempo como e quem eu sou ou fui. Onde eu vivia, com quem por perto. Como eram as influências do meio, o que estava acontecendo na minha vida.
E cheguei à definição de um diário virtual. Não é isso?
Não. Não é. Mas se não é, eu caio na velha discussão 'pra que serve um blog' e coisa e tal. E não é isso tb. O ponto é o que fica de mim aqui. O que eu vejo em mim, o que eu deixo de mim pros outros.
São esses fragmentos, que eu não estranho, pois me acostumei a tê-los, vê-los, recebê-los e mostrá-los. Assim, pedacinhos de mim. Que não perderam a utilidade, não deixaram de ser. Não são estilhaços inúteis, não.
São pecinhas de um grande quebra-cabeça que eu mesma ainda não dei conta de montar. E acho tão bom que isso estimule mais alguém a tentar!
Fico feliz em ter vocês aqui, que me olham assim, como eu desde o princípio avisei que seria, em pequenos pedaços coloridos: caleidoscopicamente.
Rominha, mais uma vez, Merci!!!!
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Bela
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11:37 AM
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sexta-feira, 16 de junho de 2006
see ya
Brasileiros ganham 'Nobel da alimentação'
(BBCBrasil)
Dois brasileiros e um americano compartilharam o Prêmio Mundial de Alimentos, anunciado nesta quinta-feira, pelo trabalho que desenvolveram na região do Cerrado.
Os vencedores foram o ex-ministro da Agricultura Alysson Paolinelli, o ex-diretor técnico do Centro de Pesquisas do Embrapa Edson Lobato, e Colin McClung, pesquisador do Instituto Internacional de Pesquisa, dos Estados Unidos.
O prêmio é um dos mais conceituados na área e visa premiar contribuições variadas para obter avanços na qualidade, quantidade e disponibilidade de alimentos no mundo. A premiação foi anunciada durante uma cerimônia no Departamento de Estado americano.
O Prêmio Mundial de Alimentos foi criado por Norman E. Borlaug, vencedor do Prêmio Nobel da Paz em 1970. Segundo Barlaug, o desenvolvimento do Cerrado foi "uma das maiores conquistas da ciência agrícola no século 20".
Benefícios econômicos
Segundo Kenneth M. Quinn, o presidente da Fundação Prêmio Mundial de Alimentos, o trabalho dos vencedores do prêmio "ampliou a produção agrícola e ajudou a melhorar as condições econômicas e sociais no Brasil".
De acordo com os organizadores, Lobato foi o responsável por projetos de avaliação da fertilidade do solo e produtividade agrícola do Cerrado.
Paolinelli ajudou a criar a infra-estrutura financeira e institucional que permitiu que a produção de gado e de cereais florescesse na região e McClung, ainda nos anos 50, realizou um trabalho pioneiro de fertlização do solo no Cerrado.
Lobato e Paolinelli são os primeiros brasileiros a receber a premiação.
Segundo os organizadores do prêmio, a dupla brasileira e o pesquisador americano "exerceram um papel vital em transformar o Cerrado - outrora uma região de planífices inférteis - em uma terra altamente produtiva para o cultivo de grãos".
O Cerrado ocupa mais de 20% do território brasileiro e está distribuído pelo Planalto Central Brasileiro, nos Estados de Goiás, Tocantins, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, parte de Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal, abrangendo 196.776.853 hectares.
Segundo dados do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), o Cerrado brasileiro é reconhecido como a savana mais rica do mundo em biodiversidade.
A região conta com a presença de diversos ecossistemas e uma riquíssima flora com mais de 10 mil espécies de plantas. Sua fauna é formada por 837 espécies de aves e 67 gêneros de mamíferos.
A cerimônia de entrega do Prêmio Mundial de Alimentos será realizada no dia 19 de outubro de 2006, na cidade americana de Des Moines.
Então, aproveitando a deixa e, antes que tudo isso aqui, tão pertinho de mim, vire um imenso pastão...ou uma enorme área produtora de soja...
"I'm going to go downtown", como dizia mi cumpañera de quarto nas ôropa, só pra sinalizar que ia sair de casa, mesmo que fosse pra muito longe e não fosse pra downtown nenhuma.
ou
"se alguém perguntar por mim, diz que fui por ai" ( quem disse isso assim mesmo?)
ou
"ela disse Adeeeeeeus!", como diria Herbert
ou
Pessoamente falando...
"Viajar assim é viagem.
Mas faço-o sem ter de meu
Mais que o sonho da passagem.
O resto é só terra e céu."
Vou me para a Chapada, minha terra, meu terreiro, meu pedaço de cerrado, meu templo, onde sempre que vou me batizo... e volto...INTEIRA.
See ya, beibes.
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Bela
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12:45 PM
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quarta-feira, 14 de junho de 2006
Updating
Joguinho palha. 1 X 0...pobreza, viu?!
Eu tinha apostado no bolão que daria 2 X 1...tava bom, não tava?
Pois, dizem os meus amigos entendedores de futebol que foi melhor assim porque a Austrália é muuuito, mas muuuito melhor do que a Croácia e, se a gente vencesse por larga margem, os meninos do Brasil iam ficar de salto alto. Ah ta. E saldo de gols é uma palavra que diz nada, né?
Ah e os comentarista de futebol, cruzes...Quanto raciocínio rococó! Credo.
O contra-cheque deles deve vir em porcentagem sobre bobagens proferidas por minuto.
Começaram compadecidos e econômicos falando sobre o Ronaldo e terminaram quase mandando o cara tomar um Viagra, um controlador de apetite e um antidepressivo! hahahahaha
***
Noite passada eu sonhei com um lugar muito familiar, mas de manhã já não conseguia nomear. Achei gostoso o sonho, apesar de melancólico, em alguns momentos doloroso, mas era lírico, poético, meio etéreo...lindo!
No meio da correria da tarde, antes de começar o jogo, como quem não quer nada, me vi ali passeando de novo e a memória recuperou definitivamente o nome do lugar: era uma praia afastada, depois de Itapuã, a Pedra do Sal. Acho que a última vez que eu andei, como no sonho, por aquelas areias, até passar debaixo do arco do Farol, eu devia ter uns 15 ou 16 anos. Com toda a calma, toda a falta de compromisso que só as férias de verão me traziam.
Não sei bem qual era o mote, mas ganhei de presente de mim um resto de dia flutuante.
***
Acorda às 5h, pula da cama, bota a água pra ferver, toma um banho rápido, passa um café ainda de roupão. Corre pro quarto, veste uma roupa, come uma fruta, bota a mesa do café da manhã pros meninos. Acorda o mais velho, passa batom e perfume, coloca os brincos, anéis e o relógio. Beija o filho e voa pro carro. Trabalha, trabalha, trabalha, trabalha. Se aborrece, trabalha, dá risada, trabalha, trabalha. Corre, passa no supermercado, pega o filho no colégio, corre pra almoçar em casa. Beija o caçula, respira fundo o cheirinho da casa e deseja um restaurador de odores igualzinho ao do Jimmy Nêutron. Come saladinha...amando cada pedacinho. Toma um suco de limão delicioso. Sorri feliz pros filhos. Olha no relógio e lembra da reunião das 2h e tem vontade de chorar, mas levanta, escova os dentes e vai. Pega um calor senegalês na rua, diverge, discute, perde a paciência e as estribeiras e briga com o sócio...que be-le-za! Levanta, toma água, pede um café, respira fundo e volta pra remendar o estrago. Perdoada. Satisfeita. Corre pro carro...Ai, meu Deus, tem jogo da seleção! Voa pra casa, pega os filhos, demite a babá, vai pra casa do amigo, encontra mais um bando deles. Torce, xinga, pede, reclama, se delicia com comidinhas especiais e uns chamegos. Termina o jogo. Vai à casa da sogra que está carente, janta com ela, chega em casa depois das 9h30, morta de cansada e...ganha uma insônia! Êêêê!
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Bela
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8:03 AM
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Ameaça à internet livre
Bom dia!
Este é o editorial do Estadão de hoje:
Ameaça à internet livre
No ano passado, coerentemente com a política do governo de Bush de colocar os interesses do Big Business em primeiro lugar, a Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) cometeu uma enormidade que passou algo despercebida do grande público - no país e no exterior. O órgão que regula a indústria da comunicação americana, em sentido amplo, simplesmente pôs abaixo o princípio graças ao qual a internet se tornou o que é: o espaço mais livre já concebido pelo homem para a disseminação instantânea de informações, idéias, expressões culturais, facilidades de comércio e formas de entretenimento.
O princípio que surgiu com a internet e a FCC implodiu é o da chamada "neutralidade na rede", que obriga as empresas de telefonia e televisão a cabo, que abrem aos interessados as portas do sistema (via provedores de acesso) e administram o tráfego no seu interior, a dar a todas e quaisquer mensagens que por ele circulem, geradas por provedores de conteúdo (sites e blogs) e usuários de correio eletrônico, tratamento técnico rigorosamente igual. Ou seja, além de manter o livre fluxo da comunicação online, provedores e teles devem garantir que tudo na internet trafegue com a mesma rapidez, sem privilégios de espécie alguma.
A mudança aprovada pelos fundamentalistas de mercado da FCC permitirá a tais empresas criar pistas de alta velocidade para as mensagens de quem lhes pague o equivalente aos pedágios nas estradas físicas. A questão foi parar no Capitólio. A Comissão de Comércio do Senado americano está para decidir se acaba, ou não, com "a tecnologia livre e aberta que fomenta a inovação, o crescimento econômico e a comunicação democrática", conforme a apropriada caracterização dos professores Lawrence Lessig, de Stanford, e Robert McChesney, de Illinois, em artigo para o Washington Post, transcrito segunda-feira neste jornal sob o título Nada de pedágio na internet.
Considerando o pantagruélico apetite por lucros das megacorporações do setor, como AT&T, Verizon e Comcast, e a influência desmesurada dos seus lobbies em Washington, não será surpresa se o pior acontecer - a menos que o clamor da "sociedade em rede", para usar o termo cunhado pelo sociólogo catalão Manuel Castells, impeça os congressistas, neste ano eleitoral nos Estados Unidos, de tomar uma decisão funesta que repercutirá no mundo inteiro. "Sem a neutralidade da rede, a internet começaria a ficar parecida com a TV a cabo", comparam os professores Lessig e McChesney. "Meia dúzia de grandes empresas controlarão o acesso ao conteúdo e sua distribuição (grifo nosso), decidindo o que você vai ver e quanto vai pagar por isso."
Contra a possível apropriação da internet pelas gigantes da telefonia e da TV a cabo - aprofundando o processo liberticida de concentração da mídia global, principalmente nos Estados Unidos, de que já participam -, uma das vozes mais eloqüentes que se fizeram ouvir no Senado americano foi a do matemático e cientista de computação Vinton Cerf, de 62 anos, um dos principais criadores, se não o principal, da internet. "As telecoms querem nos impor um modelo do século 19 no mundo do século 21", diz ele, citado pela revista The Economist. No modelo velho, o usuário pagava por chamada telefônica ou por correspondência despachada. No modelo novo, os usuários, sejam colossos multinacionais ou pessoas modestas, apenas pagam pelo acesso à rede. O preço varia conforme a velocidade da banda utilizada. Não há despesas de transporte ou de entrega.
Se prevalecer a lógica do Big Business, adverte Cerf, "cada vez que eu passar um e-mail, terei de pagar por isso". E não é que as operadoras de telefonia ou cabo estejam propriamente passando necessidades com o atual sistema de assinaturas, o pagamento de um fixo mensal aos provedores de acesso, que garante a preciosa "arquitetura aberta" da rede. Se esse sistema desaparecer, não apenas estancará ou se reverterá a tendência de diminuição da exclusão digital no mundo, mas também estarão criadas as condições para o controle político-econômico da internet.
Instalados nos postos de pedágio da rede, os magnatas do setor poderão discriminar financeiramente sites e blogs, valendo-se dessa inédita modalidade de poder de polícia sobre o que circula na quase sempre livre autopista da informação.
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Bela
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7:54 AM
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terça-feira, 13 de junho de 2006
Bobajadas Tabajara

Beths querida, olha isso:
O longa de animação Carros dos Estúdios Pixar foi o campeão de bilheteria deste fim de semana nos Estados Unidos. O filme arrecadou US$ 62,8 milhões (cerca de R$ 142 milhões) nos três primeiros dias de exibição, a terceira melhor estréia da história da companhia depois de Os Incríveis e Procurando Nemo.
hauhauhauhauhauuah
SUPERMAN, o filme estréia nos Estados Unidos no dia 28 de junho.
***
Lu, essa é pra vc, ó:
Pitt e Jolie vão vender fotos do bebê.
Por uma causa nobilíssima, diga-se de passagem.
A Agência que levou o contrato do casal 20 foi a Getty Images!
***
É hoje que começa finalmente a COPA pra nós!
Os meus meninos já estão dormindo e acordando com a camisa oficial há dias, o que me obrigou a lavar as pobrezinha ontem à noite pra que eles possam usá-las no jogo mesmo!
E vocês viram a República Tcheka, ontem?
meninoooo, que bolão que os caras tão jogando, hein?!!!
***
Falando em bater bolão... ou melhor, em não bater bola nenhuma...cês viram a Conveção do PSDB em BH?
Cês viram quantas palmas e quanta gente ouvindo o Alckmin?
ô gente... ele vai ter que ganhar um novo apelido. Chuchu tem em tudo quanto é feira, em qualquer hortinha de fundos... é muito popular, sabe comé?
Fundinho de Alcachofra caia melhor pro mocinho.
***
Eu ando sumidíssima...eu sei. C'est la vie. Tá tudo andando bem: a rotina, as crianças, muito trabalho (Thanks God!)...afan, falta de tempo e de paciência me tiraram daqui por uns dias, mas here I am. Só vim falar umas bobagenzinhas, pra não perder o costume.
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Bela
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10:48 AM
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terça-feira, 6 de junho de 2006
Entoando...
Só por hoje, abandone as preocupações.
Só por hoje agradeça as bênçãos.
Só por hoje, faça seu trabalho honestamente.
Só por hoje, seja gentil com o próximo e com todos os seres vivos.
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Bela
às
10:54 AM
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Mulheres leiloadas
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Bela
às
7:53 AM
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sábado, 3 de junho de 2006
Sábado Solar
"Dia de luz, festa de sol"
...nada como um sábado assim depois da tempestade!
***
Uma criatura de 4 aninhos...ai ai.
A primeira frase que eu peguei foi: “Se Deus não existisse, você não tinha nem nascido”. Pra, em seguida, completar: “Pára de falar essas coisas. Deus não é mal, não é bandido, não faz mal pra gente, não. Ele é legal e carinhoso e gigantesco* e azulzinho.”
E ele não fala pequeno nem grande, mas gigantesco e minúsculo!
Óia a audácia da pilombeta!
***
Ó, o povo tá que me pede opinião sobre o Código da Vinci, o filme.
Nem sei mais o que dizer...
É que Pandorinha é muito mais douda do que a cabecinha dos muy bien pagos produtores de Hollywood.
É entretenimento, ficção, é bem feitinho, pra quem não leu.
Pra quem leu, o filme perde em cenário, em figurino (a roupitcha da francesinha e ela-mesma- em-si são a coisa mais sem graça do planeta!), em trilha sonora, em argumento.
Basta sair com uma câmera pela Europa que vc acha as locações todas. Inclusive, filmar em Paris e Londres não é nenhuma façanha pra um diretor de fotografia razoável. Com exceção das cenas de antigamente que devem ter dado um trabalhinho...tá, eu admito.
E cá pra nós, o Langdon merecia um atorzinho com mais sal, sex appeal e tals (e sem aquela chapinha, FOR GOD SAKE!) ou eu que erotizei por conta própria?
Mas tem ele, o Mckellen, arrasando, as usual, como vilão!
Eu normalmente gosto muito dos vilões. Deve ser minha queda por bad boys.
Só se salva o herói mais lindo dos últimos tempos: Wolverine. Uh lala!
Esse eu ainda vou ver.
Bora?
Ah, era do Código que eu tava falando, né?
Então...
Leu o livro? O filme é razoável.
Vc não leu? É bom...zinho.
Levando-se em conta as duas questões, é medíocre.
***
Um amigo disse que eu sou careta (no sentido entorpecente da palavra) porque eu não consigo me cansar das minhas personagens internas, que meu discurso interior não tem uma só voz, mas duzentas. Daí, não preciso de nada pra mudar o canal. Não há monotonia na minha cabeça (Pandorinha, lembra?).
Eu emudeci (externamente, eu quero dizer). O complicado é conseguir calar todas elas ao mesmo tempo.
Eu digo, em minha defesa (porque ser careta carece de explicação!), que o meu casting particular é animadíssimo e nunca me deixa só. Além é claro de um Hitchhiking básico que rola.
Mas eu tô instalando uma tecla MUTE.
Testes iniciais têm surtido efeito.
E depois do silêncio...Quem sabe se aos 40 eu não viro doidona?!
hahahahahaha
Não perca as esperanças Viking Boy!
Postado por
Bela
às
12:23 PM
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