"Eu sou à esquerda de quem entra. E estremece em mim o mundo. (...) Sou caleidoscópica: fascinam-me as minhas mutações faiscantes que aqui caleidoscopicamente registro. Sou um coração batendo no mundo." (Clarice Lispector)
De onde vem a calma(Música dos Los Hermanos, com licenças poéticas do Rubi)De onde vem o jeito tão sem defeitoque esse rapaz consegue fingir?Olha esse sorriso tão indecisoEsta se exibindo pra solidãoNão vão embora daquiEu sou o que vocês sãoNão solta da minha mãoNão solta da minha mãoEu não vou mudar nãoEu vou ficar sãoMesmo se for sónão vou cederDeus vai dar aval sim,o mal vai ter fime no final assim caladoeu sei que vou ser coroado rei de mim.Dono de uma voz privilegiada, com tessitura que atinge as regiões entre o barítono e o contralto, este cantor de Brasília, radicado em São Paulo, já mostrou seu talento até em Hong Kong. Também já dividiu o palco com Elza Soares, Chico César e Vânia Bastos, entre outros figurões da MPB.Formando em artes cênicas, enriquece seus shows com a experiência que acumulou atuando em musicais e espetáculos teatrais. Com um repertório bem escolhido, que vai do samba ao maracatu, passando pelo pop urbano, Rubi já nem é mais uma revelação. Está pronto para ocupar um lugar de destaque na cena da MPB.Rubi é Bacharel em Artes Cênicas pela Faculdade de Artes da Fundação Brasileira de Teatro. Atuou em espetáculos musicais, tais como “Aldeia dos Ventos” e “Mayã” (de Oswaldo Montenegro) e “Brasil outros 500” (ópera pop de Millor Fernandes com músicas de Toquinho e Paulo César Pinheiro e arranjos de Wagner Tiso).Rubi foi 1º lugar da escolha do público e 3º na escolha do júri do 8º Prêmio Visa MPB, além de ter sido contemplado no Projeto Petrobras Cultural, para a gravação de um disco ao vivo.Rubi participou do elenco da Peça “O Felizardo”, fazendo o papel do personagem central, esta peça foi contemplada com o “APCA” de 2005. Em 2006 participou do Projeto “Brazil Holanda Jazz Festival”, com o grupo “Choramundo” composto por músicos de diversas nacionalidades.Rubi (cantor e ator) lançou em 1998 o seu primeiro CD com produção de Mário Manga.
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