quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Fragmentos de sêca e poesia




Eu sou influenciável, suscetível, permeável.


Por isso, nessa sêca que não acaba, eu vou sentindo as coisas assim:


(...)


E a quaresmeira atrasada
Colore a alma descompassada

(...)



Chega setembro
O céu azuleja

A Chuva não vem
A gente peleja

O ar arrefece
A alma lateja

Se água cair
A gente festeja



E é assim que eu ouço rádio em tempo de seca:


“Ressentimentos passam com o tempo”
Sentimento de Paina


“My lover stands on goldens sands and watches the ships”
Inveja de Argila


“Tudo tudo tudo vai dar pé”
Fé de Ipê Roxo
***
Tem Acalantos, lá na Bocoióla hoje.